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Há muitos franceses a viver em Marrocos e na Tunísia. Segundo os números apresentados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, no fim de 2016, a comunidade francesa em Marrocos aumentou no último ano mais de 3 %, ascendendo agora a aproximadamente 53 000, sedeados especialmente em Casablanca; quanto à Tunísia, há cerca de 22 500 franceses, ou seja, mais 2 % que em 2015, vivendo sua maioria em Tunes, o que não é surpreendente. Estes dois países ocupam respetivamente o 9.º e o 16.º lugar dos países estrangeiros com mais franceses. Têm muitos atrativos que os franceses apreciam, como provam os testemunhos apresentados a seguir sobre Marrocos.

Julien David
Penso que os meus anos em Casa fazem parte dos melhores anos em matéria de qualidade de vida para quem vive na região parisiense, pelo facto de se tratar de uma cidade com um clima verdadeiramente agradável, em termos de ambiente geral, sendo muito agradável para a família com a possibilidade de se ter uma casa com um jardim para os filhos se divertir a preços bastante baixos. Por isso, diria uma qualidade de vida de muito bom nível.
A Tunísia não ficou para trás… mesmo assim com uma pequena nota a referir

Nicolas Jean
A qualidade de vida na Tunísia para um quadro ou empresário francês, cujo negócio é próspero, é boa. Vive-se um pouco como no sul da França, sendo os naturais, os tunisinos, muito abertos, pelo que é muito fácil estabelecer laços. Em contrapartida, após a crise de 2011, as questões de segurança, que antes não existiam, têm de ser tidas em conta. No que respeita à segurança, há especialistas que demonstram uma segurança à imagem do que vamos escutar

Kevin Rivaton
Para os investidores, o Magrebe passou a ser uma zona importante, especialmente, Marrocos, com o regresso da Tunísia; recentemente, reparei que no turismo a Tunísia apresentou taxas de crescimento, sem dúvida, menos positivos que há uns anos, antes da primavera árabe; porém, atualmente, pode considerar-se que o Magrebe é uma sub-região onde o risco é globalmente limitado; assim, na Argélia, Tunísia, Marrocos é possível investir, deslocar-se e ter expatriados sem muitas dificuldades. Agora, se for para a Argélia e percorrer a estrada do deserto e for confrontado com bandos armados, isso pode tornar-se mais complicado. Por exemplo, a zona de segurança marroquina é muito reduzida, não havendo muitos problemas com os expatriados, investidores, em Marrocos.
Os franceses que se deslocam para essa região ficam agradavelmente surpreendidos pelo custo de vida, tanto na Tunísia, onde depois de 2011 os preços baixaram e, em certos casos, são 4 vezes inferiores ao custo de vida na França, como em Marrocos.

Philippe Confais
O custo de vida é globalmente em conta, a comida não é cara; em contrapartida, o imobiliário é um pouco dispendioso especialmente numa cidade como Casablanca. Em Casablanca, os preços são bastante elevados, enquanto noutras cidades do reino são razoáveis. Pondo de parte o imobiliário, talvez, diria que o custo de vida é, de facto, muito acessível. Assim, é provável que o cenário descrito pareça um paraíso; no entanto, é necessário ter em conta algumas dificuldades, em especial, a sua chegada, porque pedirão logo que apresente o comprovativo do seu local de residência local para obtenção da autorização de residência. Na Tunísia, para obter a referida autorização tem de se deslocar à esquadra de referência no local. Terá a validade de 1 ano e renovável, enquanto espera que lhe seja enviado um cartão provisório; assim, é possível, em especial, subscrever uma linha telefónica na Tunisie Telecom. Em Marrocos, trata-se de obter o cartão de matrícula, devendo fazer o respetivo pedido nos serviços da «Segurança nacional» ou da «Guarda Real» mais próximos da sua casa, pagando as taxas fixadas em MAD 100 por cada ano de validade. Quando tiver a possibilidade de comprovar a sua residência em solo marroquino há, pelo menos, três anos, pode requerer um cartão de residência válido durante dez anos. Sem estes preciosos instrumentos todas as diligências serão complicadas, como é o caso da abertura de uma conta num banco local em Marrocos ou na Tunísia.

Analisada que foi anteriormente a questão da residência, passamos a apresentar algumas sugestões para arrendar uma casa nestes dois países. Em primeiro lugar, em Marrocos, depois de celebrado o contrato de arrendamento e paga a garantia de 2 a 3 meses, desloca-se com o senhorio ou agente imobiliário ao serviço de legalização, com um documento de identificação (passaporte ou cartão de residente para o inquilino)… Uma boa notícia, porque pode arrendar um imóvel mesmo que ainda não disponha do cartão de residência, bastando apresentar o seu passaporte. Na Tunísia, deve igualmente registar o contrato de arrendamento nos Serviços de Finanças para obter a sua validação, mediante o pagamento de um valor calculado com base na renda. Agora, vamos saber que bairros escolher, em especial, em Casablanca

Julien David
Penso que, de facto, há 4 bairros principais nos quais está a maior parte da comunidade estrangeira, correspondendo, na realidade, a 4 níveis de prestação. O bairro de Anfa, que é o que tem casas maiores habitadas pelos patrões das multinacionais instaladas em Marrocos. 2 bairros de vivendas residenciais mistos onde encontramos comunidades de expatriados internacionais e cidadãos marroquinos com vivendas de menor dimensão e jardins mais pequenos; seguidamente, um último bairro, denominado de Gauthier, que se trata mais de um bairro de imóveis no qual é possível encontrar apartamentos de qualidade com áreas também maiores do que na Europa.

Se optar por residir em Tunes, Marsa, que está na periferia a norte da cidade, é um bairro muito agradável e muito procurado, à beira mar.
Concluindo, Marrocos e a Tunísia, ambos famosos pela sua tradição de acolhimento, apresentam atrativos tanto ao nível da qualidade de vida como do seu custo; se pretender saber mais sobre as modalidades para comprar um bem, a tributação, a saúde e o ensino nestes dois países, não perca uma próxima emissão

Conteúdo do vídeo: Há muitos franceses a viver em Marrocos e na Tunísia. Segundo os números apresentados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, no fim de 2016, a comunidade francesa em Marrocos aumentou no último ano mais de 3 %, ascendendo agora a aproximadamente 53 000, sedeados especialmente em Casablanca; quanto à Tunísia, há cerca de 22 500 franceses, ou seja, mais 2 % que em 2015, vivendo sua maioria em Tunes, o que não é surpreendente. Estes dois países ocupam respetivamente o 9.º e o 16.º lugar dos países estrangeiros com mais franceses. Têm muitos atrativos que os franceses apreciam, como provam os testemunhos apresentados a seguir sobre Marrocos.
Julien David
Penso que os meus anos em Casa fazem parte dos melhores anos em matéria de qualidade de vida para quem vive na região parisiense, pelo facto de se tratar de uma cidade com um clima verdadeiramente agradável, em termos de ambiente geral, sendo muito agradável para a família com a possibilidade de se ter uma casa com um jardim para os filhos se divertir a preços bastante baixos. Por isso, diria uma qualidade de vida de muito bom nível.
A Tunísia não ficou para trás… mesmo assim com uma pequena nota a referir
Nicolas Jean
A qualidade de vida na Tunísia para um quadro ou empresário francês, cujo negócio é próspero, é boa. Vive-se um pouco como no sul da França, sendo os naturais, os tunisinos, muito abertos, pelo que é muito fácil estabelecer laços. Em contrapartida, após a crise de 2011, as questões de segurança, que antes não existiam, têm de ser tidas em conta.
No que respeita à segurança, há especialistas que demonstram uma segurança à imagem do que vamos escutar
Kevin Rivaton
Para os investidores, o Magrebe passou a ser uma zona importante, especialmente, Marrocos, com o regresso da Tunísia; recentemente, reparei que no turismo a Tunísia apresentou taxas de crescimento, sem dúvida, menos positivos que há uns anos, antes da primavera árabe; porém, atualmente, pode considerar-se que o Magrebe é uma sub-região onde o risco é globalmente limitado; assim, na Argélia, Tunísia, Marrocos é possível investir, deslocar-se e ter expatriados sem muitas dificuldades. Agora, se for para a Argélia e percorrer a estrada do deserto e for confrontado com bandos armados, isso pode tornar-se mais complicado. Por exemplo, a zona de segurança marroquina é muito reduzida, não havendo muitos problemas com os expatriados, investidores, em Marrocos.
Os franceses que se deslocam para essa região ficam agradavelmente surpreendidos pelo custo de vida, tanto na Tunísia, onde depois de 2011 os preços baixaram e, em certos casos, são 4 vezes inferiores ao custo de vida na França, como em Marrocos.
Philippe Confais
O custo de vida é globalmente em conta, a comida não é cara; em contrapartida, o imobiliário é um pouco dispendioso especialmente numa cidade como Casablanca. Em Casablanca, os preços são bastante elevados, enquanto noutras cidades do reino são razoáveis. Pondo de parte o imobiliário, talvez, diria que o custo de vida é, de facto, muito acessível.
Assim, é provável que o cenário descrito pareça um paraíso; no entanto, é necessário ter em conta algumas dificuldades, em especial, a sua chegada, porque pedirão logo que apresente o comprovativo do seu local de residência local para obtenção da autorização de residência. Na Tunísia, para obter a referida autorização tem de se deslocar à esquadra de referência no local. Terá a validade de 1 ano e renovável, enquanto espera que lhe seja enviado um cartão provisório; assim, é possível, em especial, subscrever uma linha telefónica na Tunisie Telecom. Em Marrocos, trata-se de obter o cartão de matrícula, devendo fazer o respetivo pedido nos serviços da «Segurança nacional» ou da «Guarda Real» mais próximos da sua casa, pagando as taxas fixadas em MAD 100 por cada ano de validade. Quando tiver a possibilidade de comprovar a sua residência em solo marroquino há, pelo menos, três anos, pode requerer um cartão de residência válido durante dez anos. Sem estes preciosos instrumentos todas as diligências serão complicadas, como é o caso da abertura de uma conta num banco local em Marrocos ou na Tunísia.
Analisada que foi anteriormente a questão da residência, passamos a apresentar algumas sugestões para arrendar uma casa nestes dois países. Em primeiro lugar, em Marrocos, depois de celebrado o contrato de arrendamento e paga a garantia de 2 a 3 meses, desloca-se com o senhorio ou agente imobiliário ao serviço de legalização, com um documento de identificação (passaporte ou cartão de residente para o inquilino)… Uma boa notícia, porque pode arrendar um imóvel mesmo que ainda não disponha do cartão de residência, bastando apresentar o seu passaporte. Na Tunísia, deve igualmente registar o contrato de arrendamento nos Serviços de Finanças para obter a sua validação, mediante o pagamento de um valor calculado com base na renda. Agora, vamos saber que bairros escolher, em especial, em Casablanca
Julien David
Penso que, de facto, há 4 bairros principais nos quais está a maior parte da comunidade estrangeira, correspondendo, na realidade, a 4 níveis de prestação. O bairro de Anfa, que é o que tem casas maiores habitadas pelos patrões das multinacionais instaladas em Marrocos. 2 bairros de vivendas residenciais mistos onde encontramos comunidades de expatriados internacionais e cidadãos marroquinos com vivendas de menor dimensão e jardins mais pequenos; seguidamente, um último bairro, denominado de Gauthier, que se trata mais de um bairro de imóveis no qual é possível encontrar apartamentos de qualidade com áreas também maiores do que na Europa.
Se optar por residir em Tunes, Marsa, que está na periferia a norte da cidade, é um bairro muito agradável e muito procurado, à beira mar.
Concluindo, Marrocos e a Tunísia, ambos famosos pela sua tradição de acolhimento, apresentam atrativos tanto ao nível da qualidade de vida como do seu custo; se pretender saber mais sobre as modalidades para comprar um bem, a tributação, a saúde e o ensino nestes dois países, não perca uma próxima emissão


Palavras-chave relacionadas: Dia-a-dia, Marrocos, Tunísia

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